De sempre, e de todos. É essa a brincadeira do Chez Tou(t).

Na busca de lincar a arte, a moda e o business. Primeiro, o começo: tanto o conhecimento como empreendedora (business) e estilista (dotted). Depois, o apoio nas relíquias do passado (inspiration) e no vislumbre do futuro (avant).

Um álbum.

sexta-feira, 6 de julho de 2012

Alguns possíveis insights para o futuro

Hoje peguei o livro Dicionário do futuro, da Faith Popcorn e Adam Hanft.
É um "manual do futuro", dividido em assuntos, os quais mostram as tendências de comportamento, consumo, etc. Apesar de ser de 2002, passei de olho e tem bastante coisa interessante: muito que já aconteceu, alguns que aconteceram diferentes.
De qualquer forma é válido registrar as tendências apontadas para moda e estilo, como insights e reflexão mesmo. 



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O que é particularmente fascinante na linguagem de moda é que ela aguça nossa visão; só o fato de pronunciar palavras como ´minissaia´, ´polaina´ e ´jaleco Nehru´traz à mente mundos inteiros do passado. Temos todas as razões para acreditar que os termos que se seguem acabarão tendo o mesmo poder evocador.
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Introdução ao capítulo Moda e Estilo - Livro Dicionário do futuro

Selecionei algumas interessantes:

***Estilo local: essa, inclusive, apareceu nas de 2011 da TrendHunter. Uma oportunidade para o renascimento de bairros e oportunidades para novos designers. É possível até perceber modelos de negócio vinculados a esta tendências. (para nossa alegria!)



***Mehndi: decorar o corpo, além da tatuagem, é todo um estilo que evidencia o corpo como uma obra de arte.

***Sábado estilo trabalho: linha divisório entre trabalho e lazer cada vez menor, o que torna o sábado uma linha transitória na forma de se vestir.

***Sorona: aplicação textil, é aclamado como um material mais respoirável, macio e suave ao toque, se comparado a outros sintéticos.

***Barato Chique: bem forte a ideia de acessibilidade, na verdade. Há o exemplo da mujionline.com , do Japão.


Em tempo, ainda hoje li um post bem interessante na Ponto Eletrônico, que fala justamente da troca entre o arquétipo ideal da classe A para a classe C, com o exemplo da novela "Avenida Brasil". Pode (e provavelmente é) uma tendência tomando vida, mas não há como não perceber nela o estilo local, o barato chique, os insumos reutilizados (e permitindo acessibilidade).



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