
Hoje peguei o livro
Dicionário do futuro, da Faith Popcorn e Adam Hanft.
É um "manual do futuro", dividido em assuntos, os quais mostram as tendências de comportamento, consumo, etc.
Apesar de ser de 2002, passei de olho e tem bastante coisa interessante: muito que já aconteceu, alguns que aconteceram diferentes.
De qualquer forma é válido registrar as tendências apontadas para moda e estilo, como insights e reflexão mesmo.
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O que é particularmente fascinante na linguagem de moda é que ela aguça nossa visão; só o fato de pronunciar palavras como ´minissaia´, ´polaina´ e ´jaleco Nehru´traz à mente mundos inteiros do passado. Temos todas as razões para acreditar que os termos que se seguem acabarão tendo o mesmo poder evocador.
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Introdução ao capítulo Moda e Estilo - Livro Dicionário do futuro
Selecionei algumas interessantes:
***Estilo local: essa, inclusive, apareceu nas de 2011 da
TrendHunter. Uma oportunidade para o renascimento de bairros e oportunidades para novos designers. É possível até perceber modelos de negócio vinculados a esta tendências. (para nossa alegria!)
***Mehndi: decorar o corpo, além da tatuagem, é todo um estilo que evidencia o corpo como uma obra de arte.
***Sábado estilo trabalho: linha divisório entre trabalho e lazer cada vez menor, o que torna o sábado uma linha transitória na forma de se vestir.
***Sorona: aplicação textil, é aclamado como um material mais respoirável, macio e suave ao toque, se comparado a outros sintéticos.
***Barato Chique: bem forte a ideia de acessibilidade, na verdade. Há o exemplo da mujionline.com , do Japão.
Em tempo, ainda hoje li um post bem interessante na
Ponto Eletrônico, que fala justamente da troca entre o arquétipo ideal da classe A para a classe C, com o exemplo da novela "Avenida Brasil". Pode (e provavelmente é) uma tendência tomando vida, mas não há como não perceber nela o estilo local, o barato chique, os insumos reutilizados (e permitindo acessibilidade).